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  • marceloavila-00

Alzheimer: Cuidados simples que devemos ter dentro de casa

Atualizado: Mai 23



Uma doença silenciosa, o Alzheimer bastante comum entre os idosos, atinge mais de 10% da população, chega sem aviso algum, toma parte de quem somos, toma parte de nossa independência, toma parte de nossa autonomia.


O convívio se torna muitas vezes um fardo, principalmente quando a doença avança, nos fazendo esquecer até mesmo quem amamos, esquecer partes essenciais de nossa vida, esquecer de momentos marcantes, de datas importantes, do nome de nossos entes queridos.

O que antes era sempre relembrado com grande nostalgia é esquecido com grande facilidade, tornando assim a autonomia mais complicada, muitas vezes as tarefas simples já não fazem mais sentido, não tem mais a mesma importância ou simplesmente não lembramos que temos que as realizar.


O caminho de casa vem a ser uma incógnita, fica fácil nos perder, seja em nossa própria mente ou em algum trajeto, passamos a necessitar de auxílio para aquilo que fizemos a vida inteira sozinhos.


O Alzheimer faz toda uma família sofrer, apesar de ser uma doença indolor, pelo menos na parte física, a parte psicológica, o emocional se torna frágil, dói não ser mais reconhecido, não ter mais as lembranças para poder recordar com quem amamos, dói.


A necessidade de um cuidado especial causa muitas vezes um desgaste, se torna difícil, complexo e desafiador tratar a doença da melhor forma, porque sentimos que estamos perdendo aquela pessoa que tanto amamos aos poucos.



A ajuda de um cuidador de idosos se faz indispensável quando o paciente idoso sofre com essa doença, podendo representar perigo de acidentes domésticos.


Mesmo durante a vida, não sabemos quando poderemos ser esquecidos, quando ao olhar em nosso rosto seremos somente uma incógnita ou até mesmo uma página em branco, como se nunca sequer tivéssemos escrito uma história ao lado daquela pessoa.


Nos seres humanos que somos tão adeptos aos sentimentos, as emoções, vemos aos poucos a história de vida de quem amamos ser varrida para debaixo de um tapete imaginário, onde aos poucos se torna cada vez mais difícil o acesso a determinadas memórias e recordações.


E como gostamos de recordar, inclusive a frase “recordar é viver” se tornou popularmente conhecida, virou título de canção.


E afinal o que somos senão um apanhado de tudo de que já vivemos? O que nos tornarmos quando passamos a esquecer quem somos e o que vivemos? O que nos resta da vida ao sermos acometidos pelo Alzheimer?


Pois eu lhe respondo, somos ainda tudo aquilo que quisermos ser, ainda podemos ter dias imensamente felizes e mesmo que venhamos a esquecê-los teremos muitos mais para viver, para que assim mesmo não podendo nos recordar ainda possamos viver.


Viver nosso melhor dia pela primeira vez, nosso melhor dia todos os dias, temos a oportunidade de fazermos com que aquele que amamos sinta nosso amor, mesmo quando a memória falhar e não passamos de um quadro em branco.


Alzheimer: risco de acidentes domésticos aos idosos


É pensando nos cuidados que um idoso necessita dentro de casa, a empresa de Cuidadores Assis Care oferece uma equipe técnica completa, tudo isso para garantir a melhor assistência de saúde de Porto Alegre RS.


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