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Transmissibilidade da COVID-19: riscos que os assintomáticos representam

Atualizado: Fev 8



Saiba os Cuidados que devemos tomar com essa doença silenciosa. Neste post serão abordados algumas dicas de como diminuir os riscos ao visitar a casa de um idoso.


A Organização Mundial da saúde (OMS) já deu o parecer, a recomendação é não promover aglomerações com grande número de pessoas, ainda mais aos que fazem parte do Grupo de Risco.


Calcular risco de transmissão é uma tarefa impossível, mas pode ser reduzido com algumas dicas de Cuidados e protocolos de higienização que serão apresentados a seguir.



Qual período da transmissibilidade para casos assintomáticos e/ou leves da COVID-19?


O período de incubação do CORONAVIRUS dura em média 5,1 dias, é o que aponta um estudo da Universidade Johns Hopkins nos EUA e publicado em artigo científico.


O fato da Sars-coV-2 ser considerado um vírus desconhecido, gera a todo momento mudanças de protocolo quanto ao período ideal de isolamento aos pacientes infectados.


Segundo artigo publicado na revista The Lancet, estudos apontaram que após 9 dias do início dos sintomas já não é mais provável a transmissão do Sars-coV-2, arredondando para 10 como margem de segurança.


O cálculo para avaliar o período de contágio em caso assintomático deve ser baseado na data da coleta do exame.


Outra situação é quando a pessoa teve o contato sem proteção com algum infectado, passando a contar desde o dia em que surgiram os primeiros sintomas da pessoa positiva.


Qual período da transmissibilidade para casos moderados da COVID-19?


Segundo a líder técnica da OMS, Maria Van Kerkhove a recomendação que antes era de 14 dias passa a valer para 10 dias de isolamento para essas pessoas, mas faz uma ressalva que apesar das pesquisas apontarem esse dado não é 100% de certeza.


Para maior segurança, nesses casos em específico é recomendado seguir os 14 dias de isolamento, ainda mais se o idoso for morador de uma casa de repouso.


Quando a pessoa começa a transmitir a COVID-19?


O risco de contágio de uma pessoa contaminada em transmitir o vírus para outra é maior na primeira semana da doença.


Especialistas apontaram que essa transmissão já ocorre no primeiro dia de sintomas, mesmo se os sintomas não forem os mais comuns. Atentar para sintomas respiratórios, onde a taxa de transmissão é maior.


Cuidados com os assintomáticas da COVID-19


Os riscos de uma pessoa assintomática de transmitir o CORONAVIRUS é 50% menor se comparado a uma pessoa sintomática pelo fato de não espalhar perdigotos através de espirros e tosse.


Fica o alerta que apesar de os assintomáticos possuírem menor carga viral, esses infectados são responsáveis por 2/3 das transmissões, por não saberem de sua infecção e não seguirem as medidas de isolamento social.


Qual melhor teste para o diagnóstico da COVID-19?


O melhor teste de preferência é o RT-PCR, uma vez que é capaz de identificar o RNA do vírus presente na nasofaringe. O Ministério da Saúde trabalha com 2 tipos de teste no Brasil, o RT-PCR e o sorológico.


O RT-PCR deve ser feito entre o terceiro ao sétimo do inicio dos sintomas, melhor período para a detecção do RNA do vírus, lembrando que o resultado negativo não elimina a hipótese de contaminação.


O outro teste disponível no Brasil é o sorológico, que detecta não o vírus em si, mas os anticorpos criados no combate da doença pelo organismo, normalmente positivará após o oitavo dia a contar do início dos sintomas.



Qual melhor teste para visitar um idoso?


Cuidados de higiene devem ser tomados quanto na visita a casa de um idoso, bom seguir alguns protocolos para diminuir o risco de contagio.


O melhor teste para ser realizado antes de visitar um idoso é o RT-PCR, que demostra o momento atual da infecção, lembrando que mesmo no caso de resultado negativo não há garantia total, ocorre a possiblidade de um falso negativo.


Caso opte por realizar a visita a casa de um idoso, deve ser feito de preferência a testagem em 72 horas que antecedem a confraternização.


O PCR vindo a ser negativo e a pessoa estiver com alguns sintomas, a recomendação é não visitar pessoas que fazem parte do Grupo de Risco.


Lembrando que pessoas que já tiveram a COVID-19 possuem risco bem menor de reinfecção, logo há redução da probabilidade de transmissão.


Dicas de Cuidados ao visitar a casa de um idoso


· Higienizar as mãos e os objetos que entram na casa, evitando contaminação cruzada

· Utilizar um espaço da casa arejado

· Uso da máscara é obrigatório

· Manter uma distância segura durante a refeição e utilizar materiais descartáveis


Conheça o teste RT-PCR


Esse é o famoso teste do cotonete, considerado o “padrão ouro” é o exame que identifica a COVID-19, detectando o RNA do vírus presente no organismo.


A sua confiabilidade está relacionada ao momento certo de saber aplicar o teste e deve ser analisada todo o contexto e sintomas do paciente.


Segundo o médico infectologista do Hospital de Clínica de Porto Alegre e professor da URGS Eduardo Sprinz a confiabilidade desse teste na melhor das hipóteses é de aproximadamente 80%, esse fator está relacionado a carga viral detectado no momento da coleta.

Cuidados com os idosos


A empresa de Cuidadores Assis Care vem desenvolvendo um trabalho em HOME com sua equipe técnica de saúde afim de diminuir o risco de transmissão da COVID-19, uma alternativa segura para os idosos que fazem parte do Grupo de Risco.



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